Paraná prorroga medidas de combate à principal doença da laranja


Doença é transmitida por um tipo de mariposa que se alimenta da seiva das plantas. Bactéria ataca árvores que param de produzir e definham com o tempo. Medidas contra o greening são prorrogadas
Desde dezembro de 2023, o Paraná decretou emergência fitossanitária devido ao greening, bactéria que afeta árvores que definham com o tempo. A prorrogação desse prazo foi confirmada, estendendo a vigência por mais 180 dias.
A região de Alto Paraná, no noroeste do estado, concentra 80% da produção nacional de laranjas do estado. De acordo com o engenheiro agrônomo Rafael Warmling, até 12% das plantas foram afetadas pela bactéria.
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O greening é transmitido por um tipo de mariposa que se alimenta da seiva das plantas. A bactéria ataca as árvores, que param de produzir.
Em caso de doença, as plantas precisam ser eliminadas e outras plantadas no lugar. São quatro anos até a primeira colheita. “No sétimo ano que talvez comece a se pagar”, explica o agricultor João Pasquali.
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) relatou que, nos últimos seis meses, mais de duzentas notificações foram emitidas para eliminar plantas doentes ou elaborar um plano de controle adequado para o problema.
Segundo o gerente regional da agência, já foram realizadas mais de mil fiscalizações, mas ainda há muito trabalho a ser feito.
Medidas contra o greening são prorrogadas e passam a valer por seis meses.
RPC/Caminhos do Campo
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